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O município de Conchal, até este momento, tem 12 casos notificados de gripe suína (influenza A H1N1). 7 deram negativos, 3 positivos e 2 suspeitos, aguardando resultado do exame. Os positivos são dois jovens: um de 28 anos e o outro 16 anos e uma senhora de 70 anos. Todos já se recuperaram e estão bem. As informações são de Julcemir Neris, coordenador da vigilância epidemiológica, em Conchal. Na terça-feira (11), o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, informou que, até 9 de agosto, foram confirmadas 192 mortes em todo o país. Esses casos foram registrados em São Paulo (75), Rio Grande do Sul (44), Paraná (42), Rio de Janeiro (24), Santa Catarina (3), Paraíba (1), Pernambuco (1), Bahia (1) e Minas Gerais (1).
Na quarta-feira (12), o Ministério da Saúde divulgou balanço em que o Brasil aparece como o terceiro país com maior número de mortes pela nova gripe no mundo, atrás apenas de Estados Unidos (436) e Argentina (338). Os números oficiais são divergentes dos já anunciados pelos governos estaduais, por problemas na atualização dos dados.
Menor taxa
Até 12 de agosto, país registrou 0,09 mortes em cada grupo de 100 mil habitantes. Argentina, Uruguai e Costa Rica lideram a lista, seguidos de Chile e Austrália, segundo dados do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças
O número oficial de óbitos causados pela nova gripe notificado no mundo até esta quarta-feira (12/8) revela que o Brasil tem a 14ª taxa de mortalidade entre os 15 países com o maior número absoluto de mortes. Com 192 registros, o país apresenta uma taxa de 0,09 óbitos em cada grupo de 100 mil habitantes, maior apenas que a do Reino Unido – 40 mortes e índice de 0,06 por 100 mil.
Países vizinhos, Argentina (0,83) e Uruguai (0,65) têm as maiores taxas, seguidos de Costa Rica (0,61), Chile (0,57) e Austrália (0,46). Em todo o mundo, foram notificados, até esta data, 1.882 óbitos em 48 países. As informações são do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças.
A taxa de mortalidade (número de óbitos relativos à população) passou a ser utilizada no lugar da taxa de letalidade (número de mortes em comparação ao total de casos de determinada doença) para monitorar a gravidade da nova gripe. A mudança na metodologia aconteceu porque, em 16 de julho, por meio de comunicado oficial aos países-membros, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu que não era mais possível contabilizar todos os casos da nova gripe, tornando inviável calcular a taxa de letalidade. |