/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/J/M/qAFw5zRQqkc4ID6i8HWw/passageiras-brasil.jpg)
Jeanne Paollini e Kátyna Baía, que foram presas na Alemanha, chegam ao Brasil com a família — Foto: Arquivo Pessoal/Lorena Baía
As brasileiras Jeanne Paollini e Kátyna Baía, que foram presas na Alemanha após terem as malas trocadas por bagagens com droga, chegaram ao Brasil nesta sexta-feira (14). A informação foi confirmada ao g1 por Lorena Baía, irmã de Kátyna. Questionada sobre como foi o voo, Lorena desabafou.
"O voo foi tranquilo! Choramos por diversas vezes, mas foi um choro de alegria, alívio e gratidão!", falou.
Lorena explicou que toda a família já está reunida em Goiânia. As brasileiras saíram da prisão na última terça-feira (11), após uma decisão do Ministério Público da Alemanha.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/F/U/XEfAnJSgADUAmdJpImBw/presas-alemanha.png)
Jeanne Paollini e Kátyna Baía bebendo cerveja após serem soltas na Alemanhã — Foto: Reprodução/Redes sociais
No Instagram, o diplomata Alexandre Vidal Porto compartilhou uma foto de Júlio Junqueira, funcionário do Consulado do Brasil na Alemanha, amparando Kátyna Baía e uma foto da família antes do embarque (veja abaixo).
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/e/VpgFYGQHmSNEGAsHujHg/passageiras.jpg)
Funcionário do Consulado do Brasil em Frankfurt ao lado de Kátyna Baía, que foi presa na Alemanha com Jeanne Paollini após ter mala trocada por droga — Foto: Reprodução/Redes Sociais
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/p/G/m02gxZQIGTnARWF6ygxw/passageiras-embarque.jpg)
Família de Kátyna Baía e Jeanne Paollini, que foram presas após ter mala trocada por droga na Alemanha, posam com membros do Consulado do Brasil antes de embarcar para o Brasil — Foto: Arquivo Pessoal/Alexandre Vidal Porto
Soltura das brasileiras
As brasileiras Jeanne Paollini e Kátyna Baía estavam presas na Alemanha desde o dia 5 de março. De acordo com Chayane Kuss de Souza, advogada de defesa das brasileiras, elas foram inocentadas e não precisa esperar nenhum trâmite processual.
"Não precisa de chancela do juiz. Elas serão soltas hoje. Na Alemanha funciona assim. A legislação permite que quando o Ministério Público arquiva o processo, que peça então que sejam liberadas", explicou Chayane.

Comentários: