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Brasil é o 5° país no mundo em número de casamentos de crianças e adolecentes

ONG faz em campo nova etapa da pesquisa 'Como é ser menina no Brasil' e revela cenários assustadores no Maranhão e no Piauí
Brasil é o 5° país no mundo em número de casamentos de crianças e adolecentes
Foto K20 filmes

Brasil é o 5° país no mundo em número de casamentos de crianças e adolecentes

Oglobo.globo.com

Ilegal, o casamento infantil e adolescente no Brasil tem sua face mais cruel no Maranhão e Piauí. Em campo, para atualizar os dados da pesquisa “Como é ser menina no Brasil”, de 2015, uma ONG que atua em 75 países, a Plan International Brasil, escolheu a cidade de Codó, a 219,7 km de São Luís, para buscar respostas. O que se soube, no último levantamento, é que cerca de três milhões de meninas entre 6 e 15 anos enfrentavam os desafios de uma vida adulta, antes do tempo, antes mesmo de brincar como crianças. Desta vez, o foco do levantamento são as jovens entre 14 e 19 anos.

Os pesquisadores localizaram as mesmas personagens da última pesquisa, além de novas vítimas. O levantamento será concluído em outubro, mas quem está em campo já vê os sinais do triste avanço do número de casamentos precoces:

—Nunca vimos tantos casos como agora [ele trabalha na Plan há doze anos]. A gente tem se surpreendido. Sem dúvida, a situação econômica e a pandemia contribuíram para piorar a situação, assim como os casos de abuso e de violência contra a criança —avalia Flávio Debique, gerente nacional de Programas e Incidência da Plan, em Codó.

 

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Ilegal, o casamento infantil e adolescente no Brasil tem sua face mais cruel no Maranhão e Piauí. Em campo, para atualizar os dados da pesquisa “Como é ser menina no Brasil”, de 2015, uma ONG que atua em 75 países, a Plan International Brasil, escolheu a cidade de Codó, a 219,7 km de São Luís, para buscar respostas. O que se soube, no último levantamento, é que cerca de três milhões de meninas entre 6 e 15 anos enfrentavam os desafios de uma vida adulta, antes do tempo, antes mesmo de brincar como crianças. Desta vez, o foco do levantamento são as jovens entre 14 e 19 anos.

Os pesquisadores localizaram as mesmas personagens da última pesquisa, além de novas vítimas. O levantamento será concluído em outubro, mas quem está em campo já vê os sinais do triste avanço do número de casamentos precoces:

—Nunca vimos tantos casos como agora [ele trabalha na Plan há doze anos]. A gente tem se surpreendido. Sem dúvida, a situação econômica e a pandemia contribuíram para piorar a situação, assim como os casos de abuso e de violência contra a criança —avalia Flávio Debique, gerente nacional de Programas e Incidência da Plan, em Codó.

 

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